29/09/2013

5º Pedal Jampa-Natal

Grupo Rapadura Biker

5ª Viagem de bicicleta: João Pessoa/PB-Natal/RN – 21 e 22 de setembro de 2013.

Pedalar é preciso, correr não é preciso.

Inspirado na frase imortalizada pelo poeta luso Fernando Pessoa, mas de provável autoria do General Pompeu - “Navegar é preciso, viver não é preciso” - segue mais um relato de nossas viagens:

PREPARATIVOS:

Quem pretender fazer esse pedal tem que necessariamente atentar para dois detalhes: tábua de maré e horários das balsas/barco. O primeiro é de grande importância, pois com a maré baixa é possível realizar alguns trechos pela beira da praia, pois do contrário a pedalada transforma-se em uma “empurrada” de bicicleta em areia fofa, algo bastante desgastante, tanto do ponto de vista físico quanto psicológico. O segundo é também crucial e se não for observado pode resultar em acréscimo significativo do trajeto.
Há ainda aspectos secundários, tais como necessidade de reservas em pousadas, utilização ou não de carro de apoio e qual trajeto escolher, pois existem várias opções.
No caso do nosso Grupo os preparativos começaram com antecedência de aproximadamente quarenta e cinco dias, ofertando assim uma “janela” para treinamento dos interessados.
De início pensamos em formar um grupo com 20 (vinte) pessoas e por tal motivo restringimos a publicidade, evitando postar no Facebook, Orkut e até no próprio blog. O motivo é bem simples: como não temos estrutura para promover passeios com grandes grupos, surge um certo receio de criarmos uma grande expectativa e depois causar frustração. Optamos então por criar um grupo no WhatsApp, incluindo os integrantes mais regulares e aceitando sugestões de alguns nomes. Mesmo com esse critério assumidamente de caráter restritivo, porém necessário, a composição final aproximou-se de 40 (quarenta) pessoas, aumentando ainda mais a nossa carga de responsabilidade e o desejo de fazer tudo dentro do padrão Rapadura Biker, originador do “padrão FIFA”.
Por tratar-se de um evento anual optamos por confeccionar camisa específica, contando com a criatividade do nosso Departamento de Arte & Designer, desta feita aos cuidados do Biker Style “Berenilson Gangão”, que buscou inspiração nos contos siberianos de Topowisky, empregando cores ao mesmo tempo harmoniosas e conflitantes, formando uma miríade interpolarizada, com mensagens subliminares e trechos criptografados, cujas decifrações somente serão feitas na 15ª edição do Pedal Jampa-Natal.
Como já é regra em pedais mais extensos o carro de apoio fez-se necessário, desta feita em número de dois, sendo o meu do uso diário e outro de Júnior Verona. Para nossa surpresa tivemos o incremento de um terceiro carro no primeiro dia, tendo em conta as participações dos colegas Álvaro e Bel, amigos ciclistas-aventureiros da Capital Paraibana. No segundo dia contamos com um terceiro veículo oriundo das bandas de Guarabira-PB. Importante ressaltar que todos veículos utilizados foram 4 x 4, facilitando assim o deslocamento em trechos de terrenos mais difíceis.
Estabelecemos uma taxa de carro de apoio, permitindo assim o abastecimento de um veículo, hospedagem do motorista, os pagamentos das travessias das balsas e o constante abastecimento de água, gelo, suco, açaí e lanches, providências imprescindíveis aos desenvolvimento do grupo durante o trajeto.
Deixamos ao critério de cada participante as reservas nas pousadas, entretanto, sugerimos locais próximos aos locais de nossas saídas no primeiro e segundo dias. No mesmo sentido sugerimos uma panificadora como local de concentração para o café da manhã no primeiro dia.
Por fim, fizemos uma reunião preparatória, na qual se deu a entrega das camisas e foram passadas todas as informações alusivas ao nosso pedal.
Na sexta-feira, dia 20 de setembro de 2013, iniciamos nossos deslocamentos de carro até Cabedelo-PB, ponto de início da nossa pequena jornada.

O PRIMEIRO DIA – 88,8 Km:

Muito bem antes das seis da matina a “Rádio Rapadura” já estava no ar e o locutor “Bichinho da Goiaba” pronunciava o seu caloroso bom dia, chamando à responsabilidade os gloriosos Rapaduras.
No horário marcado (06h00min) a panificadora Interpão já estava lotada de Rapaduras, cada um tratando de alimentar-se bem para iniciar a pedalada.
Enquanto tomávamos café tivemos a grata surpresa de receber a presença do “Véio do Rio”, o nosso querido Professor Raimundo – um verdadeiro sinônimo da viagem de bicicleta Jampa-Natal – que apesar de entregue ao Departamento Médico, fez questão de trazer sua energia para o grupo, além de emprestar sua bicicleta full ao pretenso genro Flávio Romilo. Tal atitude foi um prenúncio de como seria nosso final de semana.
Também antes da partida conhecemos Álvaro e Bel, já referidos acima, os quais hospedaram seu Kuka e dona Neide, não resistindo e vindo nos acompanhar na totalidade do primeiro dia e na parcialidade do segundo.
Às 07h00min embarcamos com um tempo bastante nublado e uma chuvinha fina,  parecida com lágrimas de virgem. Alcançamos o outro lado, reunimos para a tradicional foto de saída, fizemos os últimos ajustes e às 07h30min pegamos a estrada. Nos primeiros quilômetros somente asfalto e o clima um “pouco tenso”, tudo explicado pela forte carga de adrenalina e ansiedade guardada por cada um de nós. Já no caminho fomos encontrando ciclistas paraibanos, alguns indo e outros voltando da praia de Campina, por onde passaríamos mais tarde.
Na entrada de Lucena pegamos à esquerda (PB 019), passamos no acesso ao Santuário da Guia, alcançamos a enorme plantação de coqueiros à direita e logo estávamos na PB 025, rapidamente abandonada para iniciarmos o trecho de trilha, de um lado resquícios da Mata Atlântica e do outro canaviais. O tempo continuava fechado e a chuva tinha deixado a areia mais sedimentada, facilitando nosso avanço. Há cada 10 Km fazíamos um parada para reabastecimento e no trajeto percebemos todos bastante dispostos e uniformes. Paramos em uma “latada” nas proximidades de uma ponte entre a comunidade de Paçaré e a Barragem, oportunidade em que Júnior Verona ficou tão emocionado com seu triunfo e tomou umas duas doses da cachaça do mesmo nome. Seguimos então entre canaviais. Alcançamos o trecho que nos deixava a 10 Km de Barra de Mamanguape e ali nos despedimos dos carros de apoio, seguindo por uma trilha inédita para nosso grupo, com alguns single-tracks bem empolgantes. Mais uma vez nos deparamos com vários ciclistas no caminho, inclusive alguns conhecidos como o nosso amigo Max, vestindo a camisa do Banana Biker.
Por volta das 10h15min todo grupo chegou à Barra de Mamanguape e ali já éramos esperados por Joelson dos Barcos e sua equipe. Foi somente o tempo de embarcar, desta feita em três barcos (dois menores e um maior), acomodando todos os ciclistas e as bicicletas. A travessia demorou um pouco mais, de forma que ao chegarmos do lado de lá (aldeia Tramataia) os carros de apoio já nos aguardavam. Fizemos uma parada para lanche e alguns aproveitaram para colocar em prática a tese da Universidade de “Selamanca” sobre os benefícios de uma cerveja gelada durante e depois do pedal. O fundo musical era um autêntico “brega de raiz”, no melhor estilo Genival Santos e Bartô Galeno.
Passamos por Baia da Traição-PB, fizemos uma rápida parada no Mirante dos Canhões e continuamos na estrada. Aproximadamente 13h30min alcançamos a aldeia de acesso à balsa de Barra de Camaratuba. Foram necessárias três travessias, mas tudo ocorreu sem problemas.
Uma rápida olhada na maré nos fez deixar de lado a ideia de pedalar pela beira da praia, pois com certeza a areia muito fofa iria dificultar nosso avanço, sendo um desgaste muito grande tanto para o ciclista, quanto para as bicicletas.
Optamos por seguir pela trilha da Milleniun, a mesma feita o ano passado. Já na saída de Camaratuba passou por nós um motociclista e tive a curiosidade de perguntar sobre o caminho, tendo ele afirmado que o trecho por nós escolhido estava intransitável para carro nas proximidades do rio, pois em razão das chuvas a erosão tinha “comido a estrada”. Perguntei por duas vezes se passava carro, mesmo sendo traçados e em ambas ele respondeu “não”. Imaginei o seguinte: poderemos arriscar passar com os carros, mas se ocorrer do motociclista ter razão, teremos um problema. Pensei também no meu carro, principalmente em razão do excesso de peso que levava. Não estou me referindo a nenhum ciclista demasiadamente fora do peso, mas a carga de água, gelo, bicicletas e outras coisas. Decidimos seguir sem os carros. Continuei a conversar com o motociclista, cujo nome é Ismael, perguntando se ele conhecia o caminho da Pituba, tendo ele respondido que era o preferido dele para chegar em Sagi, por ser mais rápido e menos arenoso. Combinei então de seguir por lá, aproveitando para gravar o trajeto, conhecermos coisas novas e acrescentarmos mais uma opção ao nosso banco de dados.
Às 16h30min já estávamos em Sagi e a partir de então foi somente festa, com direito a torta, cerveja gelada, banho de piscina, som ambiente, balões, chapeuzinhos e tudo mais, comemorando pela segunda vez o aniversário de Claudia Celi, pois na noite anterior a galera que chegou de Natal tratou de fazer uma surpresa pra ela, trazendo também uma verdadeira festa dentro da van. Nesse caso o único problema foram os gases de enchimento dos balões.
Também em Sagi encontramos Genival, Carlinhos e Fabinho Bom Todos que fariam o percurso no dia seguinte conosco. Ademais, especialmente para o aniversário de Claudia Celi contamos com as presenças de Giuliana, Laurinha, Amanda e Guilherme Lima.

SEGUNDO DIA – 87 Km:

O grupo aumentou um pouco mais, pois de Guarabira-PB chegaram Marcelo Meireles e Neto Bom Todo, além do imprescindível Tarciano no carro de apoio.
Por deliberação conjunta optamos por sair um pouco mais tarde (07h30min), favorecendo assim um pouquinho mais de sono. Às 06h30min o café da manhã foi servido e o ataque foi voraz: dúzias de ovos aniquiladas; hectares de pães foram exterminados; queijos e presuntos atingidos de forma impiedosa; garrafas de café suficientes para acondicionar as águas do Rio Potengi; litros e mais litros de sucos; frutas de várias espécies exóticas, enfim, um verdadeiro banquete romano. Alguns usavam uma das mãos para levar a comida à boca, a outra para guardar um pão debaixo do suvaco e, ainda conseguiam o malabarismo de guardar uma banana entre as pernas. Foi uma verdadeira batalha épica, de modo que a mesa antes frondosa e assoberbada, transformou-se em uma prancha árida e esquálida.
Seguimos por entre os canaviais da usina e o trecho estava melhor de pedalar do que muitas avenidas de Natal. Empreendemos um ritmo muito bom e mais uma vez uniforme, não demorando muito para chegarmos ao asfalto da RN 062 de acesso à Baia Formosa. Alcançamos a portaria da Fazenda Estrela, pagamos o pedágio dos carros e fizemos os 08 Km de trilha entre o mangue e as dunas, alcançando rapidamente o Rio Cunhaú, fazendo a travessia de balsa até a Barra do mesmo nome.
Atravessamos a área urbana e ao chegarmos na próxima balsa constatamos a maré baixa, permitindo a grande maioria do grupo passar para Simbaúma com a bicicleta nos braços. Do lado de lá seguimos pelo Chapadão de Pipa e tivemos sempre o visual lindo do azul do mar ao nosso lado. Nesse trecho fizemos uma foto com todo grupo.
Passamos por dentro de Pipa e rapidamente alcançamos o arruamento de Tibau do Sul. Pelo rádio recebemos a notícia de Fabinho Bom Todo sobre a proximidade da balsa, permitindo assim que embarcássemos todos os ciclistas ao mesmo tempo, deixando os carros para outra “viagem”. Pedalamos na areia da praia com uma tranquilidade incrível e todos conseguiram chegar em Barreta sem problemas. Nos apropriamos da varanda de uma casa e relaxamos por alguns minutos até a chegada de todo o grupo.
Estabelecemos os pontos de parada e seguimos pelo asfalto da Rota do Sol no rumo do local combinado para o fim do pedal – a Toca do Caranguejo – na entrada da Cidade Verde. O sol resolveu nos prestigiar e exigiu muito dos ciclistas, mas todos pedalaram muito bem e conseguimos alcançar nosso objetivo.
Às 15h00min todos já haviam chegado e foi mais uma vez gratificante vez os sorrisos nos rostos de cada um. Somente quem participa pode dizer o quão emocionante é ve aquela expressão de cansaço e euforia em cada um dos participantes, até em quem não pedalou. Esse é o sentimento que me estimula a já sair de lá pensando em como vai ser no próximo ano, aprendendo com os erros e tentando aprimorar os acertos. Foi bom demais e quero novamente.
Valeu Rapaduras!!!!!!! Continuamos doces, mas não moles.

P.s.: Os track-logs estão disponíveis e quem desejar recebê-los bastar enviar um e-mail para rapadurabiker@gmail.com

AGRADECIMENTOS:



- Os agradecimentos iniciam com Deus, por nos fazer seres inteligentes e sensíveis, capazes de ter raiva e querer bem, superando as dores e buscando trilhar maus caminhos em companhia de bons amigos;
- Aos participantes, cujos nomes listamos com orgulho, pois demonstraram a capacidade de conviver em grupo: Adriana, Alex França, Álvaro, Bel, Bené, Benilton, Breno, Carlinhos, Claudia Celi, Celita, Eduardo Campos, Eduardo Castro, Erimar, Evandro, Flávio Romilo,  Flávio Abeane, Fabinho Bom Todo, Genival, Juliana Cantero, Júnior Cobra, Júnior Verona, Josias, Kuka, Marcos Costa, Marcelo Meireles, Mel, Naldo, Neide, Neto Bom Todo, Neto Palhares, Othon, Raíra, Raiane, Raimundão, Simone, Tarciano (carro de apoio), Trícia e Uilamy. 
- Aos que atravessaram nossos caminhos, seja com um palavra de incentivo, um copo com água, uma informação ou até um simples olhar.

CONTATOS/CUSTOS:

- Transporte Natal-Jampa - veículo com 15 lugares para pessoas e reboque para 15 bicicletas - WAGNER MARCELINO - (084) 8806-6973 - Valor por pessoa R$ 35,00;
- Transporte Natal-Jampa - veículo com 06 lugares para pessoas e bicicletas respectivas - GUSTAVO - Valor do transfer: R$ 250,00 - Contato: (084)9986-8588;
Pousada Lua Mansa (Cabedelo) : suítes tripla (R$ 120,00) e quádrupla (R$ 150,00) - http://www.luamansapousada.com.br/ - luamansa@luamansapousada.com.br - (083)3228 2739 /8888 1299 – Contato: André.
- Pousada Belo Mar (Cabedelo) : Suíte dupla (R$  100,00), tripla (R$ 130,00) e quádrupla (R$ 160,00)   
 (www.pbelomar.com.br – faleconosco@pbelomar.com.br - (83) 3228-2084 Cel: Claro (83) 9106-0626 / Oi (83) 8727-2608 – Contato: Ana Júlia.
- Pousada Balanço do Mar (Cabedelo): Apartamento quíntuplo (R$ 26,00), quádruplo (R$ 27,50) (083)32282005/88724520 – Contato: André.
- Apartamento dos Noruegueses (Sagi) - R$ 65,00 por pessoa, incluso o jantar do sábado e o café da manhã do domingo – (84) 3244-5055 – Contato: Paulo - pnsant@bol.com.br ;
- Sucos Rainha - fornecimento de sucos em copo - Contato: Ramon (084)9182-5843;
- Universidade do Açaí - fornecimento de sachês de açaí - (084) 3645-0986. Contato: Cinthia Helena.
- Panificadora Interpão - café da manhã em Cabedelo-PB oscilando entre R$ 6,00 e R$ 10,00 e fornecimento de sanduiches para consumo durante a viagem - (083)3228-1963.
- Joelson dos Barcos - travessia na Barra de Mamanguape - valor unitário (R$ 10,00) - Contato: (083) 9905-7404;
- Ferry Boat em Cabedelo: R$ 2,00 por ciclista e R$ 12,00 por carro;
- Pedágio na aldeia em Barra de Camaratuba - R$ 5,00 por carro;
- Balsa em Barra de Camaratuba: R$ 3,00 por ciclista e R$ 15,00 por carro;
- Pedágio na Fazenda Estrela: R$ 5,00 por carro;
- Balsa em Barra de Cunhaú: R$ 2,50 por ciclista e R$ 13,00 por carro;
- Balsa em Simbaúma: R$ 2,00 por ciclista e R$ 10,00 por carro (se a maré estiver baixa é possível passar com a bicicleta nos braços);
- Balsa em Tibau do Sul: R$ 4,00 por ciclista e R$ 15,00 por carro.

Tábua de Maré:

PORTO DE CABEDELO (ESTADO DA PARAÍBA)
SÁB 21/09/2013
05:17
2.5
11:19
0.2
17:36
2.4
23:36
0.2

DOM 22/09/2013
05:54
2.4
11:54
0.3
18:09
2.3

TRAJETO:

  • Ferry-Boat (Cabedelo-Lucena);
  • Lucena – PB 019 – Canaviais;
  • Paçaré-Praia de Campina (estradão e trilha);
  • Barra de Mamanguape-Aldeia Tramataia (barco grande);
  • Aldeia Tramataia-Baia da Traição (estradão e asfalto);
  • Baia da Traição-Acesso Barra de Camaratuba (calçamento, estradão e areia);
  • Barra de Camaratuba-Sagi  - Trilha da Millenium e da Pituba;
  • Sagi-Baia Formosa (canaviais da usina);
  • Baia Formosa-Barra de Cunhaú (Fazenda Estrela);
  • Barra de Cunhaú-Pipa (Chapadão);
  • Pipa-Tibau do Sul (asfalto);
  • Tibau do Sul-Malembá (balsa);
  • Malembá-Barreta (beira de praia);
  • Barreta-Natal (asfalto).
Saída após o Ferry-Boat.

Despedida do carro de apoio.

Mirante dos Canhões - Baia da Traição-PB.

Travessia em Barra de Camaratuba.

Trilha da Pituba.

Um dos carros de apoio.

Descida escorregadia.

Saída em Sagi-RN.

Fazenda Estrela.

Presença do "Véio do Rio" - Professor Raimundo.

Comemorando na Toca do Caranguejo.

Saída em Natal.

Travessia em Barra de Cunhaú.

Travessia em Barra de Mamanguape.

Travessia em Simbaúma.

No Ferry-Boat em Cabedelo.

Barra de Mamanguape.

Os barcos em Barra de Mamanguape.

Social em Sagi.

Registro na entrada da fazenda.

No Ferry-Boat.

Sagi-RN.

A aniversariante Claudia Celi.

Galera show.

Café da manhã em Sagi.

Chegando em Baia da Traição.

Pousada em Sagi.

Mais da Pousada em Sagi.

Em Barra de Mamanguape.

Naldo e Adriana em Simbaúma.

Maré baixa: vai no braço.

Malembá.



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