26/12/2011

Confraternização do Rapadura Biker 2011: eis aqui 71 razões para você ter ido.

O PEDAL:

Para não fugir do combinado acordei cedinho (06h00min) com uma ressaca braba, pois durante a semana participei de uma festa de formatura e três confraternizações, de forma que dormi pouco, comi e bebi muito.
Às 07h00min Bené e Júnior Verona já estavam prontos na porta lá de casa e foi então que ganhei um novo gás. Se os dois conseguiram escapar da ressaca, então eu tenho a obrigação de seguir com a programação. Saímos pela Rota do Sol em direção ao local de concentração (associação dos Servidores do TRT em Pium). No caminho encontramos Shirley, Felipe e Camboim enfiados em uma bodega vendo a pisa que o Santos levou do Barcelona. Mais adiante quem passou por nós foi Luiz e Cristina. Na chegada encontramos seu Augusto e Luciano Cambraia. Estava assim composto o grupo de 10 ciclistas que toparam pedalar antes de começar os "trabalhos" de levantamento de copo e mastigação de churrasco.
Seguimos pela estrada de acesso ao LagoAzul e lá na frente entramos à esquerda, fazendo uma leve trilha por dentro de Pium, passando em frente ao restaurante Casa de Chico e seguindo pela estrada de Alcaçuz.
Logo nos primeiros quilômetros Cambraia começou a querer pedir pra sair, mas manteve o ritmo e continuou firme e forte com o grupo.
Quem participou de uma primeira pedalada conosco foi Luiz Antônio e Cristina, simpáticos ciclistas introduzidos no Rapadura Biker por Carlos Camboim, o homem que possui mais profissões, ou como diz Naldo Bananeira, ele faz tudo: "do estilingue à bomba atômica".
Como eu tinha conhecido o casal na quinta anterior na Rota do Sol imaginei que eles fossem casados, mas conforme ficou esclarecido, são apenas bons amigos. O fato é que casados ou solteiros, demonstraram quem são excelentes companhias e incorporaram o espírito do RB.
O calor estava intenso e optamos por tomar um banho de lagoa. No caminho paramos na comunidade de Alcaçuz para tomar uma "pretinha" (boa e velha coca-cola). Paramos na tradicional bodega que fica em frente a uma parada de ônibus e ali encontramos Antônio, um bebum acompanhado de uma latinha de 51. Iniciamos uma conversa e Antônio quis saber qual era o nosso trajeto, pois tinha parentes para visitar em Vila Flor e se fosse o caso iria conosco. Para incrementar o assunto eu disse que nosso destino era a festa de batizado da filha mais nova de Júnior Verona e o bebum não contou conversa e já foi se convidando e perguntando pelo carro que iria levá-lo. A conversa tava boa, mas ainda tínhamos alguns quilômetros pela frente. Deixamos uns quatro dedos de coca-cola, alguns amendoins japoneses e uma banana, garantindo assim o tira-gosto do resto do dia. Antônio era pura felicidade.
Não demorou e logo chegamos na Lagoa da Ilhota. Banho bom, água fria e aparentemente limpa. As meninas não tiveram coragem de entrar na água, preferindo ficar sentadinhas na sombra, ao passo que Bené e Júnior Verona já tratavam de "escovar os dentes" com uma "gela".
A grande surpresa na Lagoa da Ilhota ocorreu no momento em que Felipe resolveu exibir o seu "modelito", no melhor estilo Naldo Bananeiras. O homem trajava um macaquinho, mais arrochado do que furico de freira e tão colado no corpo que parecia um calefon, ou, como disse Bené: "um maiô catalina". A vestimenta causou furor, principalmente em Carlos Camboim. Este ficou tão interessado na peça que foi visto procurando a etiqueta do fabricante para comprar um no mesmo estilo.
Superado o susto com a "roupita" de Felipe e com a admiração de Camboim, registramos tudo em nossas Polaroids e seguimos o passeio.
Às 11h00min estávamos de volta ao local da confraternização e tratamos de sentar e esperar os que optaram pela parte social.

A FESTA:

Quem conhece o pessoal do Rapadura Biker sabe bem que nossas festas possuem início, meio e somente termina quando o "cão diz êpa". A sina foi cumprida mais uma vez. Às 11h30min o churrasco começou a ser espalhado nas mesas. De repente começou a chegar o povo e não demorou muito já tava todo mundo junto e misturado.
Na mesa organizada por Cláudia Celi e assistentes nomeada(o)s naquele dia (Amanda Lima, Alícia, Neide e Guilherme) tinha meio mundo de presentes. O mais interessante é que fomos brindados por diversas bicicletarias da cidade (Bike Aventura, Bike Sport, Centauro, Nelson Ciclo, Rapa Nui, Real Ciclo e Terral), demonstrando assim que somos ecléticos e entendemos que existe espaço para todos. Além do pessoal do ramo de bicicleta diversos amigos (Verona Veículos, Nêga Flor, Motel Rommangarden, Banana Biker, Nova Schin, Miltinho, Augusto Costa, Helena, Othon e Nutre Alimentos),  também enviaram brindes, garantindo assim que todos participantes fossem sorteados.
A festa foi intercalada entre música ambiente e sorteios. Nada foi ensaiado, mas tudo saiu dentro do figurino.
Como o sangue do Rapadura Biker é muito bom tivemos uma grata surpresa no decorrer da festa. Lembram de Luiz Antônio, aquele que chegou agora para pedalar conosco. O cara trouxe um violão no carro e toca divinamente. Quando eu soube que ele tinha trazido o violão perguntei o que era preciso pra ele nos ofertar uma canja, a única exigência foi um tripé para colocar o microfone, pois a caixa de som que tínhamos levado seria o suficiente. Bastou abrir a boca para surgir um monte de técnicos e em pouco tempo improvisaram um tripé de microfone. Para ajustar o som contamos com a presença de Rochinha, que em pouco tempo deixou o som mais limpo do que rosto de "miss".
Mais as surpresas ainda não tinham terminado. Não bastasse os dotes de Luiz no violão quem também compareceu foi a namorada/noiva do filho de Rochinha, a quem eu carinhosamente nominei de "Pedrita". A moça tem uma voz de veludo e cantou de forma profissional, deixando todos os presentes de queixo caído. Foi tudo muito bom e o melhor: improvisado.
A festa teve seguimento e a essa altura do campeonato já tinha muita rapadura mole no meio do salão. Muita alegria em cada rosto e um sentimento geral de confraternização.
Um dos momentos mais esperados da festa foi o sorteio de dois pernoites no Motel Rommangarden. Segundo ouviu dizer tinha membro(a) do RB segurando no terço pra ganhar o brinde. Não imaginei que o brinde fizesse tanto sucesso. 
 A tarde foi indo embora e com ela os Rapaduras. Somente alguns ficaram e resolveram ir somente no rodo.
Vou agora dizer as 71 razões para você ter ido: Claudia Celi, Amanda Lima, Guilherme Lima, Shirley, Hiram, Tamara, Carlinhos, Marana, Marina, Genival, Claudia, Júnior Verona, Verinha, Paulo Victor, Mariane, Verônica, Othon, Margarete, Kuka, Neide, Luan, Luna, Raiane, Camboim, Helena, Alexandre Pinto, Luciano Cambraia, Bela, Augusto Costa, Edione, Bené, Celita, Evandro, Alex Alcoforado, Thaise, Serginho, Suziane, Rochinha, Lúcia, Julyellen, Madson, Walmira, Antonino, Pollyana, André, Alícia, Lucas, Filho de Rochinha, Nora de Rochinha, Montinny, Ana Patrícia, Heitor, Victor, Afonso, Alda, Júlia, Moab, Jac, Richard, Janiara, Raimundão, Maria, Eduardo Campos, Neto Palhares, Vanda Carla, Erimar, Frankilânia, Luiz Antônio, Cristina, Miltinho e eu.
Conseguimos arrecadar aproximadamente R$ 250,00 (duzentos e cinquenta) reais e vamos destinar a AMICO, conforme combinado.
Agradecemos a todos que participaram e ajudaram na concretização da festa.
Em 2012 vamos crescer juntos e mais uma vez confraternizar com os amigos.
Parte dos que pedalaram.

Camboim procurando a etiqueta do fabricante.

Equipe técnica montando o tripé.

Os artistas: Pedrita e Luiz.

Visão geral da festa.

Mesa dos brindes.        
Verinha: foi no rodo.
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