13/01/2012

Pedal das Praias Potiguares 2012: 2º dia - Natal-Touros - 97 Km.

Caros Rapaduras:

Às 05h00min da manhã o despertador tocou e descemos para tomar um cafezinho. Às 05h40min foi a vez do telefone tocar e do outro lado era Thaise que já estava no local de saída preocupada pelo fato de não encontrar ninguém. Calma linda!!!
Devido a um problema de saúde de Bené tivemos que mudar de última hora a estratégia de um dos carros de apoio e assim Cláudia Celi foi dirigindo na companhia de Guilherme Lima.
Às 06h15min deixamos (eu, Renato Magalhães, Hiram Coala, Thaise, Alex Alcoforado, Carlinhos Verona e Felipe Centauro) a Rota do Sol. Não demorou muito foi a ver de Júnior Verona juntar-se ao grupo. Um pouco mais de pedalada quem chegou foi André da Bicicletada e logo adiante foi a vez de Jadson Lacraia. Na praia do Meio encontramos Esam e Valentina e nas proximidades da praia do Forte estavam Aninha, Erimar, Jean-Claude, Neide, Kuka, Genival. Serginho, Roberto Carlos (o cantor das multidões) e Luan (carro de apoio). Presentes também na saída a dupla dinâmica: Pedro Brito e seu Itamar.
Seguimos pela Ponte Newton Navarro e dali pra Redinha foi um pulo. Vencemos Santa Rita e quando colocamos os pneus em Genipabu a maré tava mais seca do que canela de siriema, permitindo que o pedal fluísse até Barra do Rio.
Do outro lado da Barra do Rio outros ciclistas juntaram-se ao grupo, dentre os quais lembro de Shirley (Lady do Rapadura), Délio Reieira (o nome já diz tudo) e Alexandre (representando a galera de Parnamirim).
Seguimos pelo asfalto até Pitangui e paramos para o tradicional café de Dona Biluca. Nesse ponto uma nova questão surgiu a ser debatida nas reuniões do Rapadura Biker: uma possível mudança do nome para Ovo Biker, Omelete Bike ou Ciclo Eggs, pois o consumo de ovos de galinha no café da manhã foi algo espantoso. Há testemunhas que afirmam terem presenciado quando 25 galinhas foram conduzidas numa ambulância para o plantão veterinário mais próximo, todas “esfolozadas” de tanto pôr ovo.
Quem abandonou o grupo na saída de Pitangui foi Felipe Centauro. Várias versões foram levantadas: uma assegurava que o homem tinha um problema no retentor do volante em razão de uma macarronada vencida que comeu no dia anterior por insistência de Carlos Camboim; outra apregoava que Felipe não estava à vontade por pedalar sem o seu maiô Catalina (macaquinho); a terceira, disse que foi “pregação” mesmo. Preferi a primeira versão, pois os olhos de Felipe estavam mais fundos do que a Fossa Mariana.
Continuamos a viagem pela beira da praia, pedalando ao lado dos banhistas que admiravam nossa passagem. No caminho vários conhecidos perguntavam qual o nosso destino e quando a resposta era fornecida, faziam cara de quem não estavam acreditando. Fazer o quê!!! Basta ver as fotos.
Nas proximidades de Jacumã o rádio informou a primeira baixa. Hiram Coala pregou (ouvi dizer que foi excesso de água do dia anterior). Por sorte alguns amigos acompanhavam o grupo em uma caminhonete e rapidinho o Coala foi resgatado.
Quando chegamos em Muriú quem já estava no local para socorrer Hiram Coala eram seus irmão Professor Worton (Maninho) e Júlio, formando assim a tríade dos Três Reis Gordos. Ainda em Muriú tivemos o acréscimo de Juliana Cantero ao grupo. Seguimos, ainda pela beira da praia, até Barra de Maxaranguape, encontrando mais amigos no caminho (Fabiano Lago). Na travessia do rio em Maxaranguape tivemos uma revelação no grupo: Valentina, que até então era mundialmente conhecida por ser a fundadora do famoso grupo de ciclismo “Valentes Bikes”, resolveu mostrar mais uma de suas habilidades, a de mergulhadora. De acordo com uma testemunha presencial oriunda das bandas de Mossoró, a mulher deu um verdadeiro “tchibum n´água”, molhando da unha do dedo mindinho do pé até a “xuxinha” que prendia o seu cabelo. Soube que tudo foi registrado em foto, mas até o momento não recebi os originais do laboratório.
De Barra até Caraúbas foi pelo asfalto. Chegamos no tradicional “pit stop” do Rapadura Biker, o “Piscinão do Bebê”, chalé de verão dos nossos amigos ciclistas Evandro e Celita. Ali os dois já estavam, juntamente com Doutor Othon e a galera dos carros de apoio. Desta feita tinha até churrasco. Hidratamos bastante, tomamos banho na piscina “olímpica” e ainda comemos pizza. Foi tudo muito bom e renovador das energias.
De Caraúbas até Maracajáu seguimos por estrada de piçarro, pois a maré já não estava favorável. E tome costelinha!!!
Depois de muito sofrimento passamos pelas dunas móveis de Pititinga e ali paramos para reunir o grupo. O local escolhido é uma loja de material de construção que vende cerveja, água e refrigerante. O jeito foi tomar uma e comprar graxa para usar mais tarde nas bicicletas.
Em Punaú criamos uma expectativa grande para tomar um banho no bar molhado do Lourival (Oswaldo), mas ficamos frustrados quando seu Kuka avisou pelo rádio que “nossa mesa” estava ocupada e a cerveja estava quente. Decepção total!!!! Mesmo assim, o banho ainda valeu à pena.
Em pouco tempo chegamos a Rio do Fogo. Paramos para reunir e de repente surgiu um senhor com uma coca-cola de dois litros e um monte de copos descartáveis. Disse que o sobrinho dele (Peterson – já pedalou conosco) era ciclista e que admirava muito a nossa coragem. Esse tipo de atitude renova nossas forças.
Deixamos o Rio do Fogo, passamos por Perobas, Garças, Farol Gameleira, Carnaubinha e chegamos em Touros. Fomos recepcionados por um carro de som, fizemos uma volta pelas principais ruas da cidade e paramos para fotos nos Canhões Coloniais.
Em Touros, tal e qual o ano passado, o ponto de apoio foi na casa de Gracinha Gomes (irmã de Júnior Verona). Tivemos um delicioso banho de bica e um almoço maravilhoso. Alguns deixaram o grupo em razão de outros compromissos. Os que ainda seguiriam o passeio procuraram suas acomodações e trataram de descansar. Registro, porém, que uma fonte muito fidedigna afirmou com precisão ter visto um grupo de ciclistas brincando de roda gigante no parque armado no centro da cidade.
Registro, ainda, que o francês Jean-Claude abriu mão de dormir na casa de Gracinha em razão do barulho do som, preferindo acompanhar Doutor Othon em uma pousada. Soube, entretanto, que um hóspede resolveu ligar o som alto e atrapalhou o sono do francês: “laissez faire, laissez aller, laissez passer”.
Mais como o assunto é barulho informo a todos que o francês não saiu de todo no prejuízo, pois a partir de duas hora da madrugada um galo (le coq) começou a cantar e somente não acordou seu Kuka, pois o homem dorme mais do que morcego.
A noite passou e o cheiro de ovo teimava em tomar conta do ar.

DADOS DO PEDAL:

Quantidade de ciclistas: 26 ciclistas.
Pessoas nos carros de apoio: 03.
Hora de saída: 06h15min.
Hora de chegada: 15h30 min.
Distância percorrida: 97 Km. (inclusas as travessias).

AGRADECIMENTOS: 

- Ao bom Deus por mais um dia superado;
- Aos que pedalaram com o Rapadura Biker;
- Aos que acompanharam nos carros (Cláudia Celi,  Guilherme Lima,  Luan, Pedrinho, seu Itamar e o pessoal que resgatou Hiram);
- Gracinha Gomes e família, Doutora Vera Lúcia e família, pela acolhida e simpatia em nos receber em Touros;
- Radiocom, na pessoa de Edimar, pelo empréstimos dos radios tão utilizados e importantes durante toda viagem;
- Professor Worton (Maninho) pelas frutas utilizadas nesse trecho e demais;
- Fabiano Lago por ter resgatado a máquina de Serginho em Barra de Maxaranguape;
- Prefeitura de Touros pelo carro de som anunciado nossa chegada e divulgando a bicicleta como um meio de transporte ecologicamente correto e saudável.



Trajeto do 2º dia: Natal-Touro - 97 Km.
Parte da turma na Praia do Forte.
Na balsa de Barra do Rio.
Travessia em Barra de Maxaranguape.
Banho no Rio Punaú.
Chegada em Touros.

12/01/2012

Pedal das Praias Potiguares 2012: Introdução, preparativos e 1º dia.

Caros Rapaduras:
Antes de qualquer coisa necessário pedir desculpas por não atualizá-los acerca de nossa viagem. Foi preciso pedalar vários quilômetros pela costa do RN para constatar o que todos já sabemos: o serviço de telefonia/internet é uma lástima. Em Sagi para conseguir um sinal da Oi a pessoa tem que escalar uma duna e ficar fazendo uma espécie de dança da chuva em busca de sinal. As outras operadoras, nem se fala. Em Natal o acesso a internet estava normal, o problema é que existiam outras prioridades (preparativos para o segundo dia). Em Touros e região consegui acessar via modem, entretanto, cada carregamento de página durava meia hora. Somente para ilustrar quero dizer que precisei usar um telefone público na praia de Cajueiro, mas os três existentes no lugar estavam danificados. Em Caiçara do Norte conseguimos o sinal da Oi, mas não é nenhuma Brastemp.Para nossa surpresa, no lugar mais inóspito (Diogo Lopes) tivemos uma internet razoável, permitindo mandar recados para vocês no Facebook. Na Ponta do Mel também conseguimos acessar a Internet, mas para falar ao celular era preciso sair pulando em cima das camas, fazer bundacanasca e rezar 45 terços.
Feito o desabafo, passemos a compartilhar alguns registros de nossa viagem com vocês.

PREPARATIVOS – 05/01/2012 – HOSPEDAGEM EM SAGI PARA DORMIR RELAXADO:

Às 14h30min deixamos Natal no rumo de Sagi. Os dois carros de apoio iam mais cheios do que corredor do Hospital “Walfredo Gurgel”. Chegamos ainda com o dia claro e ali já encontramos outros ciclistas que iriam sair conosco no dia seguinte. Não demorou muito e outros foram chegando e “engrossando o caldo”. Em pouco tempo a pousada (Condomínio Sagi) estava tomada por ciclistas. O gerente do estabelecimento, Paulo, mais uma vez esbanjou simpatia e nos deixou totalmente à vontade no lugar. Seu pessoal de apoio sempre atento também foi além do esperado.
A noite chegou rápido e nos reunimos para o tradicional jantar apropriado para quem ia fazer esforço físico no dia seguinte. Tudo uma delícia e em quantidade suficiente para saciar nossas fomes.
Após o jantar diversos grupos se espalharam pelos espaços da pousada. Não demorou muito e grande parte dos presentes estava reunida na borda da piscina, conversando amenidades e aproveitando para se conhecer melhor. Aqui foi um dos primeiros momentos interessantes da viagem, pois por iniciativa de Neide e Cláudia Celi formou-se uma “roda”, tendo todos a oportunidade de fazer uma apresentação pessoal. Tudo foi muito espontâneo e rolou de modo descontraído. O grande destaque foi Neide, que superou Cláudia Celi, falando pelos cotovelos, pedindo apartes, fazendo a réplica e a tréplica. Foi necessário a intervenção de seu Kuka para que a mulher calasse a matraca. Depois de quase todo mundo apresentado, reinou o silêncio e a forte brisa marinha (há controvérsias, principalmente para quem dormiu perto de seu Kuka).

1º DIA – 06/01/2012 -  SAGI-NATAL (via Fazenda Estrela) – 83 Km.

O dia amanheceu bonito e se alguém fosse capaz de engarrafar a energia que emanava dos ciclistas, tenho certeza que seria suficiente para abastecer uma nave espacial por aproximadamente um vinte anos.
Às 07h00min deixamos o local de concentração e saímos em busca das areias da praia. Era um colorido diferente, com especial destaque para a nova camisa do Rapadura Biker, muito preferida por grande parte dos ciclistas. Particularmente, usei-a em todos os dias do pedal: considero aprovada.
A maré estava seca e foi quase toda “pedalável” até Baia Formosa. Logo nos 3 Km iniciais recebemos a notícia via rádio de que os dois carros de apoio tinham atolado. Esperamos uma solução, mas como era reduzido o número de pessoas lá atrás, resolvi voltar na companhia de Pedro Brito e Júnior Verona (com uma equipe de apoio dessa eu desatolo até jamanta carregada). A partir de então aconteceu um desencontro, de forma que passamos da condição de procuradores para procurados. O grupo atolado estava do outro lado de uma duna e nós passamos de bicicleta sem que um visse o outro. Foi algo inusitado. Quando conseguimos juntar os atolados e desatoladores, o grupo principal já estava chegando em Baia Formosa.
Conforme tinha sido estabelecido na programação a definição do trajeto seria a partir das condições do terreno. Observamos que o trecho entre Sagi e Baia Formosa tinha muita areia fofa e assim preferimos a trilha por dentro da “Fazenda Estrela”, possibilitando assim fazer todo o trajeto acompanhados pelos carros de apoio, de forma que não faltasse água, gelo e frutas. Nossa conclusão foi que o grupo que resolveu sair sem nos esperar abriu mão de utilizar o apoio, optando por meios alternativos.
Chegamos na balsa de Barra de Cunhaú, fizemos a travessia e reunimos do outro lado. Em pouco tempo já estávamos em Simbaúma e como a maré permitiu levamos as bicicletas nos braços.
Assim que começamos a pedalar em Simbaúma fizemos um “pit stop” na casa da Doutora Ana Maria, também conhecida por “Ana das Botas”. Ali fomos muito bem recebidos, com direito a banho de bica, uma mesa de frutas, sucos, água gelada e um excepcional “caldo da caridade”, mais energético que qualquer produto desse vendido em farmácia. Segundo André da Bicicletada o caldo tinha  ômega 3, opala, maverick e todo tipo de troço.
Depois de abastecidos chegou a hora de enfrentar novamente o sol. Assim que deixamos Simbaúma já encontramos mais areia fofa no caminho, inclusive com duas famílias paradas com problema em um dos veículos. Paramos, ajudamos e seguimos o nosso rumo.
Ultrapassamos o Chapadão de Pipa e mais uma vez fiquei tocado com tão linda paisagem. Entramos em uma das ruas principais, fizemos nova parada de hidratação e seguimos.
Alcançamos Tibau do Sul e para espantar o calorão escolhemos uma boa sombra. Seguimos então até a balsa que nos levaria a Malembá. Aguardando a balsa encontramos o grupo que resolveu se antecipar, mas como a maré já tinha subido demais, tiveram que esperar por nós. Assim é a vida: no final todos se encontram.
Chegamos em Malembá e os carros de apoio foram pela estrada, pois estava impraticável até para eles. Fizemos toda a travessia empurrando as bicicletas, no entanto, alguns mais “experientes” e “audaciosos” insistiram em pedalar, sem, entretanto, muito êxito. No meio da caminhada encontrei Marcelo (pedalou conosco de Jampa até Natal) pescando tranquilo com uma latinha de cerveja na mão. Perguntei se ele tinha uma igual aquela e de imediato o homem passou a cerveja mais gelada que já tomei na minha vida. Passei a notícia via rádio e fiz inveja aos demais radialistas: Fabiano Bad Boy, Erimar Poliglota e Jadson Crazy Man.
Aproximando-se de Barreta ouvimos alguns foguetões. No ponto em que deixamos a areia fofa encontramos o pessoal da ACIRN (Haroldo Mota, Marcos Lemos, Revoredo e outros) com água e frutas. Em pouco tempo os carros de apoio também chegaram. Foi uma excelente iniciativa e merece nosso registro e agradecimentos.
Deixamos Barreta, passamos por Camurupim e Tabatinga e logo já estávamos na nossa velha conhecida Rota do Sol. Às 17h30min chegamos ao objetivo do primeiro dia, o posto de combustíveis em frente ao “Frasqueirão”.
Seguimos em busca de casa, mas antes paramos em uma pizzaria para jantar. Tivemos a agradável companhia de Renato Magalhães, representante dos ciclistas de Mossoró em nossa viagem. Comemos pizzas, conversamos amenidades e finalmente chegamos em casa. Fui tratar de organizar as coisas do carro de apoio para o dia seguinte, Cláudia Celi fica encarregada da lavagem de roupa, Renato cuidou das bikes, Rodolfo foi embora pra sua casa e Guilherme Lima foi dormir.
A novela de "Pereirão" já terminou e todos dormem.

DADOS DO PEDAL:

Quantidade de ciclistas: 55 ciclistas.
Pessoas nos carros de apoio: 07.
Hora de saída: 07h00min.
Hora de chegada: 17h30 min.
Distância percorrida: 83 Km. (inclusas as travessias).

AGRADECIMENTOS: 

- Ao bom Deus por mais um dia superado;
- Aos que pedalaram com o Rapadura Biker;
- Aos que acompanharam nos carros (Luan, Rodolfo, Guilherme Lima, Deyse, seu Itamar e Cleidimar);
- Paulo e sua equipe do Condomínio Sagi, pela simpatia e competência no atendimento;
- Ana Maria das Botas pelo "pit stop" em Simbaúma;
- Marcelo pela loura gelada em Malembá;
- ACIRN (Haroldo Mota e Marcos Lemos) pelo apoio na chegada em Barreta; e
- Aos demais ciclistas que nos aguardaram em Malembá.

Trajeto do 1º dia - 83 Km - Sagi-Natal via Fazenda Estrela.

Concetração na saída: Condomínio Sagi.

Travessia em Barra de Cunhaú-Simbaúma.

Chapadão de Pipa.

Travessia em Tibau do Sul.

Travessia em Tibau do Sul.







28/12/2011

Pedal de janeiro: "Praias Potiguares" - Lista dos confirmados

CONFIRMAÇÕES:

01 - Benilton;

02 - Cláudia Celi;

03 - Neide;

04 - Kuka;

05 - Júnior Verona;

06 - André Medeiros;

07 - Fabiano Silva;

08 - Shirley;

09 - Cristina;

10 - Luiz Antônio;

11 - Camboim;

12 - Cristiane Macedo;

13 - Angelike;

14 - Bal;

15 - Milena;

16 - Vanda Karla;

17 - Valentina;

18 - Marcone;

19 - Abeane;

20 - Leo Rocelli;

21 - Roberto Carlos;

22 - André Oliveira;

23 - Hiro;

24 - Victor Vanelli;

25 - Noronha;

26 - Vinicius;

27 - Erimar;

28 - Jean Claude;

29 - Thaise;

30 - Alex Alcoforado;

31 - Genival;

32 - Claudia.

33 - Othon;

34 - Hiram;

35 - Tamara.

36 - Serginho.

37 - Eduardo Campos;

38 -Renato Magalhães;

39 - Fernanda Canuto;

40 - Maria Cris;

41 - Gibran Cury;

42 - Ubiratan Damasceno;

43 - Tiago Soares;

44 - Jadson;

45 - Victória;

46 - Felipe Centauro;

47 - Railton;

48 - Eduardo Gomes;

49 - Nélio;

50 - Hélio Galvão;

51 - Professor Raimundo;

52 - Alzinália;

53 - Wagner;

54 - Arthur Dantas;

55 - Lafaiete;

56 - Filho de Lafaiete;

57 - Diego de Almeida Cabral;

58 - Esam Elali;

59 - Ministro Afonso Severo;

60 - Katiane Alves;

61 - Eduardo Reino;

62 - Renato Pinheiro;

63 - Vinicius Morais;

64 - Esposa de Lafaiete.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Cada interessado deve informar se vai fazer apenas uma parte ou todo o trajeto. Tal informação é essencial para efeitos de logística.
 Caros Rapaduras: Seguem algumas  informações sobre os preparativos do nosso pedal.

CARRO DE APOIO: MOTORISTAS/NAVEGADORES: Como todos sabem o grupo não tem carro próprio, de forma que utilizamos carros dos próprios integrantes como apoio. Confirmados sei que contaremos com dois carros; o meu (Tracker) e o de Kuka (Saveiro). De Sagi até Touros o meu carro será conduzido pelo meu irmão Bené, integrante do RB, que optou por não pedalar. O navegador será Guilherme Lima. A partir de Touros quem assumirá a direção será Suziane (esposa de Serginho), acompanhada da filha deste, Mariana. Nesse ponto Bené voltará a Natal e Guilherme Lima continuará. O carro de Kuka será guiado por seu filho Luan, sendo que tal qual Bené, Luan voltará a Natal. Kuka dirigirá o carro, alternando com algum ciclista que assim o desejar. O QUE EU POSSO LEVAR NO CARRO DE APOIO: Quem vai participar de algum trecho ou do trajeto integral poderá levar uma pequena bolsa (itens de higiene pessoal, muda de roupa e lanches) no carro de apoio, reduzindo assim o peso na bicicleta. Imagine que a bolsa em questão seria levada na bicicleta se não tivesse o carro, portanto, evite trazer bolsas enormes, que somente ocuparão espaço. O QUE TEREMOS NO CARRO DE APOIO: Sistema de radio de longo alcance para contato com os ciclistas. Depósito para água, gelo e frutas, lembrando que todas as despesas serão rateadas com o grupo, exceto aquele(s) que não desejarem utilizar a estrutura do carro de apoio. Antes de cada saída abasteceremos o carro com água, gelo e frutas e faremos o rateio com o número de participantes. A medida que for acabando o estoque, novo(s) rateio(s) será feito. TRANSPORTE DE CICLISTAS E BICICLETAS: Em sendo necessário (problemas com o ciclista ou bicicleta) o carro de apoio servirá para transportar até o ponto mais próximo, objetivando assim encaminhar uma solução.

VELOCIDADE DE CRUZEIRO: É uma viagem de cicloturismo, sem qualquer caráter de competição. A velocidade será aquela implementada pelo líder do pelotão, entretanto, quem desejar adiantar poderá fazê-lo, desde que comunique previamente para evitar que fiquemos esperando ou procurando alguém que já chegou em casa.

TRAVESSIA DE BALSAS/BARCOS: Cada ciclista é responsável pelo pagamento de sua travessia. Nos trechos entre Galinhos-Guamaré e Macau-Porto do Mangue, havendo contratação de barco para travessia, o valor será rateado entre os participantes.

O QUE LEVAR NA BICICLETA: Vai depender se você vai fazer somente uma "perna" ou todo o trajeto. Recomendo visitar o tópico específico no blog do Rapadura Biker para que você tenha uma idéia de como fizemos nas Viagem do Elefante: http://rapadurabiker.blogspot.com/2011/01/viagem-do-elefante-01012011-preparacao.html

 INFORMAÇÕES SOBRE OS TRECHOS:

SAGI-NATAL:  A idéia inicial é fazer beira de praia até a balsa de acesso a Barra de Cunhaú, se a maré permitir. De lá até Pipa é tranquilo, exceto por um trecho de areia muito fofa que existe antes do Chapadão. Dependendo da hora que chegarmos em Malembá teremos problema com a maré no trecho até Barreta (5 Km). O fato é que em algum ponto teremos que empurrar as bicicletas. Segundo Haroldo Mota há previsão de sermos recebidos com carro de som, fogos e frutas na chegada em Barretas. Em Camurupim tem um banho de ducha na casa de Márcio Diógenes (ele prometeu numa farra, mas acho que ainda lembra).

NATAL-TOUROS: Desta vez iremos sempre pela beira da praia ou mais próximo possível. Teremos a tradicional parada para café da manhã em Pitangui (Dona Biluca - aproximadamente R$ 5,00 por pessoa - valor a ser confirmado). Faremos também um ponto de apoio em Caraúbas no Piscinão do Bebê (água, gelo e frutas - rateado entre os participantes). De lá seguiremos até Touros.

TOUROS-CAIÇARA: Esse trecho pra mim é inédito, pois iremos por São Miguel do Gostoso e pegaremos uma estrada de piçarro passando por Reduto, Morro dos Martins e na entrada da Ponta do Marco, saindo em Pedra Grande e de lá no asfalto até São Bento do Norte-Caiçara. Segundo fui informado por Carlinhos Canalha, meu guia da região,  a estrada está boa, pois tem usina eólica e os engenheiros todos moram em São Miguel do Gostoso, utilizando muito a estrada, de forma que não é das piores. Lembro que estaremos em uma das únicas regiões do mundo que a caatinga chega próximo ao mar.

CAIÇARA-DIOGO LOPES: Aqui vai ser o trecho mais complicado. Para chegarmos em Galinhos pela beira da praia a maré tem que ser bem sequinha, o que somente ocorrerá por volta das 10h00min/11h00min. O trecho por cima, segundo soube tá meio complicado (muita areia fofa). Enfim, vamos descobrir quando chegarmos lá. Aqui o carro de apoio vai ser de grande valia.

DIOGO LOPES-PONTA DO MEL: Até Macau é só alegria. De Macau a Porto do Mangue teremos algumas alternativas: barco;  de bicicleta e travessia com a bicicleta no lombo ou canoa; asfalto, via Pendência até Porto do Mangue. Tudo indica que o nosso colega Gringo conseguiu um apoio da Prefeitura de Macau e seremos recepcionados com um lanche na cidade.

PONTA DO MEL-TIBAU DE MOSSORÓ: Trecho também inédito pra mim de bicicleta. Vamos chegar em Tibau em pleno verão e estou vendo com os amigos a possibilidade de alguém nos receber com uma banda, que não seja de tijolo.

DICAS PARA QUEM NUNCA PARTICIPOU DE UM PEDAL MAIS LONGO:

Seguem algumas dicas que considero importante. Se as dicas adiantes forem úteis ao menos para uma pessoa ficarei satisfeito.

O SELIM:

Uma das coisas que mais incomoda nos pedais mais longos é a chamada "dor na bunda". Depois de algumas horas com a bunda em cima do selim a danada começa a doer e o(a) cabra fica procurando uma posição que incomode menos.
Se você é daqueles que acha que isso não tem nada a ver, tudo bem. Se você desconfia que estou certo então procure um selim mais confortável e boa viagem.

ASSADURAS:

Outro troço que incomoda o ciclista é a tal da assadura nas "partes". Um dos fatores que contribui para o surgimento de assaduras é o uso de roupas íntimas/biquinis por baixo da bermuda/calça alcochoada. O ideal é pedalar "no osso".
Importante também besuntar a região com alguma pomada ou hidratante. No meu caso uso óleo de semente de girassol e não tenho tido problemas com assaduras.

CÃIBRAS:

Outra vilã que sempre atormenta a vida do ciclista. De acordo com José Rubens D´Elia, no livro Ciclismo - Treinamento, fisiologia e biomecânica - as cãibras estão associadas à desidratação, ocorrendo em razão da perda de minerais, como sódio, cloreto e potássio. Assim, não é suficiente tão somente beber água, mas dispor de repositores energéticos de ação rápida. Eu prefiro a boa e doce água de côco.

KIT REMENDO OU CÂMARA DE AR:

É incrível, mas é verdade. As pessoas insistem em sair para pedalar, mesmo os trajetos mais longos, sem levar um kit remendo ou câmara de ar reserva. Mesmo se você não souber trocar a câmara ou remendar o pneu é importante que você tenha o seu próprio material, pois caso contrário você poderá deixar alguém na mão em outra oportunidade.

GARRAFINHA OU MOCHILA DE HIDRATAÇÃO:

Prefiro a garrafinha por dois motivos: a) tenho um controle maior do meu consumo; b) o peso fica na bicicleta. A mochila de hidratação, apesar de permitir um maior volume de água, muita vezes causa dores nas costas.

DINHEIRO TROCADO:

Tem um colega que pedalava conosco (dizem que ele anda treinando escondido) que sempre levava nos pedais uma nota de cem plastificada. O fato é que o cabra nunca tinha dinheiro trocado para rachar as despesas do grupo. É importante, principalmente em pedais mais longos, que você leve dinheiro miúdo, pois na hora do rateio ninguém fica em desvantagem.

CAMISA DE MANGA LONGA OU MANGA CURTA COM MANGUITO E CALÇA:

A nossa região é muito quente e o sol deixa tatuagens nos braços e nas pernas quando pedalamos com mangas curtas e bermudas. Não bastasse isso, em caso de queda a calça e a camisa de manga longa/manguito protegem os membros e atenuam os arranhões.

ATUALIZANDO:

Caros Rapaduras: Tá chegando a hora. Temos 68 (sessenta e oito) pessoas confirmadas, ou seja, que deixaram seus nomes aqui no Orkut ou no Facebook. Desse total 60 (sessenta) farão o trecho do primeiro dia. A nossa logística para aquisição de água, gelo e possivelmente frutas visa atender a esse quantitativo, pois solicitamos por várias vezes confirmações, mas algumas pessoas não atenderam nossos chamamentos. Entendo que tais pessoas não precisarão do apoio dos carros.
Esclareço, ainda, que o apoio dos carros é limitado, de forma que ninguém pode simplesmente pensar: "Ah, se não aguentar, subo no carro". Não é assim que funciona, pois um dos veículos (Saveiro) somente comporta o motorista e um passageiro, estando com a carroçeria carregada com as caixas térmicas (isopores). O outro carro (Tracker) contará com o motorista (Rodolfo) e meu filho (Guilherme), levando bolsas e outros equipamentos necessários ao apoio. O meu carro comporta até 05 (cinco) bicicletas, mas também tem limitação quanto ao número de passageiros em razão de levar carga.
Pretendemos manter o horário de saída em Sagi (07h00min), com chuva ou com sol.
Até o momento muitas pessoas não confirmaram o trecho do segundo dia (Natal-Touros), o que significa dizer que confirmarei o café da manhã em Pitangui (Dona Biluca) tão somente para a quantidade de pessoas que confirmaram.
Até o momento não tenho o orçamento do barco de Galinhos-Guamaré.
Teremos a presença de um mecânico de bicicleta em alguns trechos, o nosso amigo Jadson (Crazy Man, Lacraia ou Homem Doido), no entanto, conveniente lembrar que ele para participar da viagem deixou seus afazeres profissionais, de forma que é recomendável aos que necessitarem dos serviços do mecânico que efetuem a respectiva retribuição pecuniária, ou seja, pague ao cabra.
Por enquanto é só!!!!

ATUALIZANDO: Direto de Diogo Lopes.
Viagem das Praias: Atualizando.
Caros Rapaduras: Depois de uma ruma de quilômetros finalmente encontramos uma internet que preste (Diogo Lopes). O pedal do primeiro dia foi magnífico, o do segundo dia foi excepcional, o do terceiro foi sensacional e o de hoje não existe palavra no dicionário para definir. Hoje pedalamos de Caiçara até Galinhos pela beira da praia, depois pegamos um barco até Guamaré e seguimos via trilha até Diogo Lopes. Chegamos às 15h30min, nos despedimos de Renato Magalhães que foi até Mossoró resolver umas pendências. Estamos agora aguardando duas coisas boas: a) o jantar; b) o grupo que vem de Natal para juntar-se a nós (Jadson, Moab, Jac e Suzy). Amanhã sairemos às 05h00min no rumo de Macau, seguiremos de barco até Porto do Mangue e de lá vamos de bike até Ponta do Mel. Tem muito assunto pra blog, mas vou preferir resenhar em outro momento. Já são mais de trocentos retratos.


26/12/2011

Confraternização do Rapadura Biker 2011: eis aqui 71 razões para você ter ido.

O PEDAL:

Para não fugir do combinado acordei cedinho (06h00min) com uma ressaca braba, pois durante a semana participei de uma festa de formatura e três confraternizações, de forma que dormi pouco, comi e bebi muito.
Às 07h00min Bené e Júnior Verona já estavam prontos na porta lá de casa e foi então que ganhei um novo gás. Se os dois conseguiram escapar da ressaca, então eu tenho a obrigação de seguir com a programação. Saímos pela Rota do Sol em direção ao local de concentração (associação dos Servidores do TRT em Pium). No caminho encontramos Shirley, Felipe e Camboim enfiados em uma bodega vendo a pisa que o Santos levou do Barcelona. Mais adiante quem passou por nós foi Luiz e Cristina. Na chegada encontramos seu Augusto e Luciano Cambraia. Estava assim composto o grupo de 10 ciclistas que toparam pedalar antes de começar os "trabalhos" de levantamento de copo e mastigação de churrasco.
Seguimos pela estrada de acesso ao LagoAzul e lá na frente entramos à esquerda, fazendo uma leve trilha por dentro de Pium, passando em frente ao restaurante Casa de Chico e seguindo pela estrada de Alcaçuz.
Logo nos primeiros quilômetros Cambraia começou a querer pedir pra sair, mas manteve o ritmo e continuou firme e forte com o grupo.
Quem participou de uma primeira pedalada conosco foi Luiz Antônio e Cristina, simpáticos ciclistas introduzidos no Rapadura Biker por Carlos Camboim, o homem que possui mais profissões, ou como diz Naldo Bananeira, ele faz tudo: "do estilingue à bomba atômica".
Como eu tinha conhecido o casal na quinta anterior na Rota do Sol imaginei que eles fossem casados, mas conforme ficou esclarecido, são apenas bons amigos. O fato é que casados ou solteiros, demonstraram quem são excelentes companhias e incorporaram o espírito do RB.
O calor estava intenso e optamos por tomar um banho de lagoa. No caminho paramos na comunidade de Alcaçuz para tomar uma "pretinha" (boa e velha coca-cola). Paramos na tradicional bodega que fica em frente a uma parada de ônibus e ali encontramos Antônio, um bebum acompanhado de uma latinha de 51. Iniciamos uma conversa e Antônio quis saber qual era o nosso trajeto, pois tinha parentes para visitar em Vila Flor e se fosse o caso iria conosco. Para incrementar o assunto eu disse que nosso destino era a festa de batizado da filha mais nova de Júnior Verona e o bebum não contou conversa e já foi se convidando e perguntando pelo carro que iria levá-lo. A conversa tava boa, mas ainda tínhamos alguns quilômetros pela frente. Deixamos uns quatro dedos de coca-cola, alguns amendoins japoneses e uma banana, garantindo assim o tira-gosto do resto do dia. Antônio era pura felicidade.
Não demorou e logo chegamos na Lagoa da Ilhota. Banho bom, água fria e aparentemente limpa. As meninas não tiveram coragem de entrar na água, preferindo ficar sentadinhas na sombra, ao passo que Bené e Júnior Verona já tratavam de "escovar os dentes" com uma "gela".
A grande surpresa na Lagoa da Ilhota ocorreu no momento em que Felipe resolveu exibir o seu "modelito", no melhor estilo Naldo Bananeiras. O homem trajava um macaquinho, mais arrochado do que furico de freira e tão colado no corpo que parecia um calefon, ou, como disse Bené: "um maiô catalina". A vestimenta causou furor, principalmente em Carlos Camboim. Este ficou tão interessado na peça que foi visto procurando a etiqueta do fabricante para comprar um no mesmo estilo.
Superado o susto com a "roupita" de Felipe e com a admiração de Camboim, registramos tudo em nossas Polaroids e seguimos o passeio.
Às 11h00min estávamos de volta ao local da confraternização e tratamos de sentar e esperar os que optaram pela parte social.

A FESTA:

Quem conhece o pessoal do Rapadura Biker sabe bem que nossas festas possuem início, meio e somente termina quando o "cão diz êpa". A sina foi cumprida mais uma vez. Às 11h30min o churrasco começou a ser espalhado nas mesas. De repente começou a chegar o povo e não demorou muito já tava todo mundo junto e misturado.
Na mesa organizada por Cláudia Celi e assistentes nomeada(o)s naquele dia (Amanda Lima, Alícia, Neide e Guilherme) tinha meio mundo de presentes. O mais interessante é que fomos brindados por diversas bicicletarias da cidade (Bike Aventura, Bike Sport, Centauro, Nelson Ciclo, Rapa Nui, Real Ciclo e Terral), demonstrando assim que somos ecléticos e entendemos que existe espaço para todos. Além do pessoal do ramo de bicicleta diversos amigos (Verona Veículos, Nêga Flor, Motel Rommangarden, Banana Biker, Nova Schin, Miltinho, Augusto Costa, Helena, Othon e Nutre Alimentos),  também enviaram brindes, garantindo assim que todos participantes fossem sorteados.
A festa foi intercalada entre música ambiente e sorteios. Nada foi ensaiado, mas tudo saiu dentro do figurino.
Como o sangue do Rapadura Biker é muito bom tivemos uma grata surpresa no decorrer da festa. Lembram de Luiz Antônio, aquele que chegou agora para pedalar conosco. O cara trouxe um violão no carro e toca divinamente. Quando eu soube que ele tinha trazido o violão perguntei o que era preciso pra ele nos ofertar uma canja, a única exigência foi um tripé para colocar o microfone, pois a caixa de som que tínhamos levado seria o suficiente. Bastou abrir a boca para surgir um monte de técnicos e em pouco tempo improvisaram um tripé de microfone. Para ajustar o som contamos com a presença de Rochinha, que em pouco tempo deixou o som mais limpo do que rosto de "miss".
Mais as surpresas ainda não tinham terminado. Não bastasse os dotes de Luiz no violão quem também compareceu foi a namorada/noiva do filho de Rochinha, a quem eu carinhosamente nominei de "Pedrita". A moça tem uma voz de veludo e cantou de forma profissional, deixando todos os presentes de queixo caído. Foi tudo muito bom e o melhor: improvisado.
A festa teve seguimento e a essa altura do campeonato já tinha muita rapadura mole no meio do salão. Muita alegria em cada rosto e um sentimento geral de confraternização.
Um dos momentos mais esperados da festa foi o sorteio de dois pernoites no Motel Rommangarden. Segundo ouviu dizer tinha membro(a) do RB segurando no terço pra ganhar o brinde. Não imaginei que o brinde fizesse tanto sucesso. 
 A tarde foi indo embora e com ela os Rapaduras. Somente alguns ficaram e resolveram ir somente no rodo.
Vou agora dizer as 71 razões para você ter ido: Claudia Celi, Amanda Lima, Guilherme Lima, Shirley, Hiram, Tamara, Carlinhos, Marana, Marina, Genival, Claudia, Júnior Verona, Verinha, Paulo Victor, Mariane, Verônica, Othon, Margarete, Kuka, Neide, Luan, Luna, Raiane, Camboim, Helena, Alexandre Pinto, Luciano Cambraia, Bela, Augusto Costa, Edione, Bené, Celita, Evandro, Alex Alcoforado, Thaise, Serginho, Suziane, Rochinha, Lúcia, Julyellen, Madson, Walmira, Antonino, Pollyana, André, Alícia, Lucas, Filho de Rochinha, Nora de Rochinha, Montinny, Ana Patrícia, Heitor, Victor, Afonso, Alda, Júlia, Moab, Jac, Richard, Janiara, Raimundão, Maria, Eduardo Campos, Neto Palhares, Vanda Carla, Erimar, Frankilânia, Luiz Antônio, Cristina, Miltinho e eu.
Conseguimos arrecadar aproximadamente R$ 250,00 (duzentos e cinquenta) reais e vamos destinar a AMICO, conforme combinado.
Agradecemos a todos que participaram e ajudaram na concretização da festa.
Em 2012 vamos crescer juntos e mais uma vez confraternizar com os amigos.
Parte dos que pedalaram.

Camboim procurando a etiqueta do fabricante.

Equipe técnica montando o tripé.

Os artistas: Pedrita e Luiz.

Visão geral da festa.

Mesa dos brindes.        
Verinha: foi no rodo.

17/12/2011

Praias Potiguares 2012: "de bicicleta pela costa do RN".



Grupo de Ciclismo RAPADURA BIKER




PRAIAS POTIGUARES 2012: “de bicicleta pela costa do RN”.


Período de 06 a 11 de janeiro de 2012.



PRAIAS POTIGUARES 2012: “de bicicleta pela costa do RN”.

ORGANIZAÇÃO: Grupo de Ciclismo RAPADURA BIKER

APRESENTAÇÃO:

O Grupo de Ciclismo RAPADURA BIKER surgiu sem nenhuma pretensão de obter posição de destaque e tem ocupado o seu espaço nesse empolgante "ciclomundo", de forma simples e silenciosa. Desde a sua criação vem desenvolvendo diversas atividades em prol da disseminação da cultura ciclística. Nesse sentido é que realizamos em 2011 uma viagem de bicicleta em torno do Estado do Rio Grande do Norte, atividade que ganhou bastante destaque em razão do seu caráter ousado e inovador, pois até então não se tinha notícia de que outro grupo tivesse encarado tal empreitada.

Mal terminamos a primeira viagem e o desejo de fazer a próxima já era manifestado no grupo e assim diversas sugestões foram apresentadas. Dentro do espírito democrático que identifica o Rapadura Biker fizemos uma enquete no Blog e apresentamos algumas idéias para o pedal de 2012. Foram 64 os votantes e com 31 % (trinta e um por cento) dos votos o roteiro “Praias Potiguares” foi o escolhido (http://rapadurabiker.blogspot.com/2011/08/praias-potiguares-cicloturismo-em-2012.html).

A inspiração do trajeto veio do livro “Praias Potiguares” de autoria de Miguel Dantas (http://wowdesign.com.br/imgs_port/Livro%20Praias%20Potiguares.pdf) e tem tudo a ver conosco, pois adoramos as belezas naturais e somos por natureza “aventureiros responsáveis”.

Tentaremos nessa nova viagem fazer um registro fotográfico das placas indicativas das praias, bem como retratar paisagens marcantes de cada lugar. Mais uma vez faremos questão de divulgar o veículo bicicleta, mostrando a todos os benefícios do uso desse instrumento.

É uma viagem autossustentável, ou seja, cada um é responsável por seus custos e por sua logística. Temos uma programação a ser cumprida e convidamos qualquer um a participar do projeto, desde que atenda ao cronograma, observe as regras próprias da viagem e, principalmente, integre o grupo com o objetivo de sempre somar e jamais subtrair.

Assim sendo, vamos agora cuidar do que interessa:
1º) Reflita se o seu condicionamento físico permite fazer o percurso;
2º) Consulte o médico e faça um “chek-up”;
3º) Organize-se junto ao seu local de trabalho para fazer todo o trajeto ou uma parte dele;
4º) Compartilhe com sua família a sua “aventura” e se possível faça com que de algum modo ela participe;
5º) Tenha em mãos uma bicicleta em condições (devidamente revisada), atentando para o fato de que enfrentaremos terrenos “diferentes”, exigindo da “magrela” o melhor desempenho;
6ª) Prepare-se para um possível pedal noturno; e
7º) Venha com espírito de grupo.
Boa Viagem!!!!

BENILTON DE LIMA SOUZA
Grupo de Ciclismo Rapadura Biker


CRONOGRAMA:

05 de janeiro de 2012(quinta-feira):

    • 14h00min. Deslocamento de carro até a Praia de Sagi;
    • 16h00min. Hospedagem em Sagi no Apartamento dos Noruegueses. Reserva e negociação por conta de cada interessado.

1º DIA: 06 de janeiro de 2012 (sexta-feira) – FERIANDO EM NATAL-DIA DE REIS:

25 PRAIAS (SAGI, BAIA FORMOSA, SANTA CRUZ DAS AREIAS, BARRA DE CUNHAÚ, CIBAÚMA, CANCELAS, AMOR, PIPA, DO CANTO, PONTA DO MADEIRO, CACIMBINHA, TIBAU DO SUL, GUARAÍRA, GUAJIRÚ, TARTARUGAS, BARRETA, CAMURUPIM, BARRA DE TABATINGA, BÚZIOS, PIRAMBÚZIOS, PIRANGI DO SUL, PIRANGI DO NORTE, FLAMENGO, COTOVELO e BARREIRA DO INFERNO). TOTAL APROXIMADO: 85 Km.

    • 06h00min. Café da manhã;
    • 07h00min. Saída do Pedal. Em princípio o trecho será feito pela beira da praia até a Praia de Baia Formosa ou até o ponto de acesso a balsa de Barra de Cunhaú. A rota alternativa é pelos canaviais e Fazenda Estrela;
    • 10h00min. Travessia de balsa para Barra de Cunhaú (RS 3,00). Lanche em Barra de Cunhaú (R$ 5,00);
    • 10h30min. Travessia de balsa para Simbaúma (R$ 2,00). Se a maré estiver seca levaremos as bicicletas nos braços;
    • 11h15min. Chapadão de Pipa.
    • 12h00min. Tibau do Sul. Travessia de balsa para Guaraíras/Malembá (R$ 3,00).
    • 13h00min. Barreta e Rota do Sol.
    • 15h00min. Posto Texaco em frente ao Frasqueirão.

2º DIA: 07 de janeiro de 2012 (sábado):

33 PRAIAS (PONTA NEGRA, VIA COSTEIRA, MÃE LUIZA, AREIA PRETA, ARTISTAS, DO MEIO, FORTE DOS REIS MAGOS, REDINHA, SANTA RITA, GENIPABU, BARRA DO RIO, GRAÇANDU, PITANGUI, JACUMÃ, PORTO MIRIM, MURIÚ, PRAINHA, MAXARANGUAPE, CARAÚBAS, PIRACABÚ, ANÉIS, MARACAJAU, PONTA DE SANTA CRUZ, PITITINGA, PUNAÚ, ZUMBI, RIO DO FOGO, PEROBAS, GARÇAS, FAROL GAMELEIRA, CARNAUBINHA e TOUROS). TOTAL APROXIMADO: 99 Km.

    • 06h00min. Saída do Pedal. Posto Texaco em frente ao Frasqueirão;
    • 07h30min. Travessia de balsa em Barra do Rio (R$ 1,00);
    • 08h00min. Café da Manhã em Pitangui (R$ 5,00);
    • 10h30min. Hidratação em Caraúbas (valor a ser definido);
    • 12h30min. Lanche em Rio do Fogo (R$ 5,00);
    • 15h00min. Almoço em Touros (R$ 15,00). Hospedagem em Touros.

3º DIA: 08 de janeiro de 2012 (domingo):

20 PRAIAS (PONTA DO CALCANHAR, ESPALHADINHA, CAJUEIRO, SÃO JOSÉ, MONTE ALEGRE, PONTA DO SANTO CRISTO, SÃO MIGUEL DO GOSTOSO, CARDEIRO, XEPA, MACEIÓ, REDUTO, TOURINHOS, MORRO, PONTA DO MARCO, ENXU QUEIMADO, TRÊS IRMÃOS, SERAFIM, SANTA LUZIA, SÃO BENTO DO NORTE e CAIÇARA). TOTAL APROXIMADO: 75 Km - PLANO “A”- e 84 Km – PLANO “B”.

    • 06h00min. Café da manhã;
    • 06h30min. Saída do Pedal. Praça dos Canhões;
    • 09h00min. Parada para lanche em local a ser definido
    • 15h00min. Almoço e hospedagem em Caiçara.
      Sugestões de hospedagem:  http://ecoviagem.uol.com.br/brasil/rio-grande-do-norte/sao-bento-do-norte/pousada/pousada-do-farol/
      http://www.estadiabarata.com/2010/09/sao-bento-do-norte-rn-hotel-pousada.html
OBSERVAÇÃO: PLANO “A” pela beira da praia e PLANO “B” estradão e trilha.

4º DIA: 09 de janeiro de 2012 (segunda-feira):

06 PRAIAS (BICUDA, GALOS, GALINHOS, GUAMARÉ, MINHOTO e DIOGO LOPES). TOTAL APROXIMADO: 83 Km.

    • 06h00min. Café da manhã;
    • 06h30min. Saída - Plano “A” - Barco até Guamaré (valor a ser definido). Plano “B”: No pedal até Guamaré, fazendo a travessia de barco somente até o estacionamento na entrada de Galinhas;
    • 07h30min ou 09h00min. Lanche em Guamaré;
    • 15h00min. Almoço e hospedagem em Diogo Lopes

5º DIA: 10 de janeiro de 2012 (terça-feira):

07 PRAIAS (BARREIRAS, PONTA DO ANJO, MACAU, PORTO DO MANGUE, ROSADO, PEDRA GRANDE e PONTA DO MEL).TOTAL APROXIMADO: PLANO “A” 85 Km e PLANO “B” 107 Km.

    • 06h00min. Café da manhã;
    • 06h30min. Saída;
    • 08h00min. Lanche em Macau. Definição sobre qual plano adotar;
    • 09h00min ou 10h30min. Hidratação em Porto do Mangue;
    • 15h00min. Hospedagem e almoço na Ponta do Mel.
      Sugestões de hospedagem em Ponta do Mel:  http://www.natalonline.com/ponta_do_mel_areia_branca/

6º DIA: 11 de janeiro de 2012 (quarta-feira):

11 PRAIAS (SÃO CRISTÓVÃO, PONTA REDONDA, MORRO PINTADO, BAIXA GRANDE, UPANEMA, AREIA BRANCA, PERNAMBUQUINHO, AREIAS ALVAS, GADO BRAVO, EMANUELAS e TIBAU). TOTAL APROXIMADO: 60 Km.

OUTRAS INFORMAÇÕES:
    • Trata-se de uma viagem de cicloturismo e não de uma COMPETIÇÃO, não importando quem vai chegar em primeiro, mas se todos chegarão;
    • A “velocidade de cruzeiro” deverá oscilar entre 13 e 15 Km;
    • Na hipótese de existir carro de apoio para atender aos interesses do grupo os valores relativos ao “apoio” serão rateados entre os participantes;
    • Quem desejar obter patrocínios (confecção de camisas, custos com mecânico em todo trajeto, carro de apoio e outras despesas) fique bastante à vontade, pois serão muito bem vindos.
- www.rapadurabiker.blogspot.com; comunidade do Rapadura Biker no Orkut e página do Rapadura Biker no Facebook; e-mail: rapadurabiker@gmail.com; Telefones: (84)9982-8905 (TIM) ou (84)8755-0705 (OI).

ATUALIZANDO INFORMAÇÕES:

HOSPEDAGEM:
Para quem vai participar do pedal “Praias Potiguares” em janeiro de 2012 lembro que é importante reservar a hospedagem, pois estaremos em pleno verão e fica mais complicado conseguir vaga.
Já fiz reservas em Sagi e Diogo Lopes, restando tão somente Touros e Caiçara.
Seguem as sugestões:
  • Sagi: Condomínio Praia do Sagi – Telefones: 84-3244-5055; 35-3434-1155 e 35-9184-7997. Falar com PAULO e dizer que vai participar do pedal com o Grupo Rapadura Biker. O preço é R$ 40,00 (quarenta reais) por pessoa, incluído o jantar do dia 05/01 e o café da manhã do dia 06/01. O local é muito aconchegante e ficamos lá na última viagem João Pessoa-Natal;
  • Touros: A cidade tem várias opções, com preços diferenciados. Ainda não fechei com nenhuma pousada, pois estou vendo a possibilidade de ficar em casa de amigos;
  • Caiçara: Pousada do Farol e Pousada Paraíso Florido. Já fiquei nas duas e prefiro a primeira. Os telefones podem ser obtidos em consulta na Internet. Ainda não fiz reserva;
  • Diogo Lopes: Pousada do Hélio – Telefone: 84-3521-9130. Falar com HÉLIO e dizer que vai participar do pedal com o Grupo Rapadura Biker. O preço também é na faixa de R$ 40,00 (quarenta reais) por pessoa. O local é simples e o apartamento é com ventilador;
  • Ponta do Mel: Pousada do Teodoro e Pousada do Beiral. A segunda é mais simples. Os telefones para contato podem ser obtidos facilmente na Internet, inclusive já tem a indicação do link no Blog do Rapadura Biker.

TRAVESSIA DE BARCO:
- Estou aguardando orçamento de barcos: Galinhos-Guamaré e Macau-Porto do Mangue.
Litoral do RN








10/12/2011

Como ensinar um adulto a pedalar

Caros Rapaduras: Achei um interessante vídeo do Arturo Alcorta dando dicas para ensinar alguém a pedalar:

05/12/2011

Pedal João Pessoa-Natal 2011

Epílogo:

Os quartos da pousada em Sagi são guarnecidos com camas de casal. É muito bom para quem tá acompanhado de uma cara metade ou para quem vai dormir sozinho.
Na divisão dos quartos a ala feminina ficou em um apartamento exclusivo e a macharia ocupou os outros dois. O meu parceiro de cama foi Serginho das Minhocas e confesso que fiquei preocupado, pois pela primeira vez na vida estava prestes a dividir o leito com uma pessoa que tem o mesmo material que eu. Pra me acostumar com a ideia resolvir armar a rede no alpendre pra esperar o sono chegar e quando o danado aparecesse bastava cair na cama. Acordei de madrugada com um curruchiado e como estava no meio do sono não percebi quem era, mas pelo zumbido percebi que teve gente com disposição para enfrentar a "night" de Sagi. Os meus informantes não disseram nada, porém soube por intermédio de um nativo da praia que ainda tentaram conhecer a boate do lugar, no entanto desistiram quando descobriram que o local tinha uma estranha luz vermelha.
No outro dia todo mundo acordou disposto e já tratou de tomar café da manhã. Novamente a mesa foi farta e a atenção do gerente da pousada conosco foi novamente excepcional.
Saímos e deixamos para trás Helena do Pinto, pois ficaram hospedados em outra pousada comemorando aniversário de casamento. Notícias que nos chegaram no caminho dão conta que foi uma noite alucinante: O Pinto dormindo feito uma coruja e Helena toda estropiada, não pelo pedal, mas sim pelos 103 degraus que subiu.
Entramos pelos canaviais e fomos no rumo de Baia Formosa. De um lado e de outro era só cana. É um verdadeiro labirinto e confesso que muita gente achou que estávamos perdidos.Alcançamos a rodovia estadual na altura do campo de pouso da Usina BF e em pouco tempo chegamos na Fazenda Estrela. O porteiro do lugar como sempre nos recebeu com um sorriso e ali paramos para reunir o grupo. Antes de sair presenteamos o porteiro com uma camisa do Rapadura Biker e pedimos a ele que sempre que recebesse um ciclista desse especial atenção.
Por trilha (7 Km) cruzamos a Fazenda Estrela e chegamos na balsa de Barra de Cunhaú. Nesse ponto a minha bicicleta apresentou um problema irremediável, mas não desisti e empurrei até o local de embarque.
Do outro lado  peguei a bicicleta de Marcelo emprestada e segui o caminho. Paramos no "Pastel do Valdir" e ali encontramos uma coca-cola tão gelada e tão cara: R$ 6,50. Acho que veio direto dos Estados Unidos ou então é somente para os gringos que praticam Kite-Surf no lugar.
Aproveitamos a maré baixa e atravessamos para Simbaúma com as bicicletas nos braços. Seguimos pelo Chapadão de Pipa e enfrentamos um pequeno trecho de areia fofa.
Não demorou e Tibau do Sul  já estava em nossas mãos. Nesse trecho eu já tinha devolvido a bicicleta de Marcelo e agora tinha assumido a bicicleta de Celita.
Atravessamos até Malembá e quando chegamos do lado de lá encontramos uma tremenda areia fofa logo no início, mas não demorou muito e pedalamos na beira da praia como se fosse asfalto.
Atingimos Barreta, reagrupamos novamente e seguimos nosso caminho no rumo da Rota do Sol. Nesse ponto da viagem a ansiedade é enorme, a vontade de chegar é uma coisa incrível. O grupo dispersou um pouco e não demorou encontramos nossos parentes na Praia de Cutuvelo. Nos despedimos e consideramos encerrado o pedal.
Foi muito bom e intenso. É uma viagem que recomendo a todos que gostam de pedalar. Fiquei muito feliz em conseguir mais uma vez fazer todo o trajeto, mas fiquei mais feliz ainda em ter contribuído de alguma forma para que outras pessoas tenham também chegado.
Vamos pensar no próximo e acho que vai ser no final de janeiro ou então no mês de fevereiro.