16/01/2011

Viagem do Elefante: 11º Dia - Santa Cruz-Passa e Fica

Amanheceu o dia e olhamos para a estátua de Santa Rita de Cássia em cima do morro. Agradecemos por tudo em oração silenciosa.
Tomamos café às 07h00min e após os preparativos finais saímos de Santa Cruz às 07h45min. Nos demos aos luxo de sair um pouco mais tarde, pois sabíamos que seria um percurso relativamente fácil.
Chegamos em Tangará às 09h30min e já tivemos a primeira surpresa: por intermédio de Jean de Macau, os colegas Paulo e Lázaro, empresários da cidade, prepararam um ponto de hidratação no próprio estabelecimento. Foi água franca, com muito gelo, frutas, suco, iogurte e o tradicional pastel do lugar. Mais uma vez pessoas desconhecidas abraçaram a nossa causa e abriram a casa e o coração para nos receber. Já estou ficando especialista em agradecer tais atos, mas como diz meu pai: agradecer não machuca ninguém.
Seguimos então no rumo de São José de Campestre, sempre seguidos de perto pelo Pinto (Alexandre), eficaz condutor do carro de apoio.
O sol estava escaldante, mas tolerável. O vento tava meio atravessado, mas também tolerável.
Quando nos aproximamos de Passa e Fica observamos em sentido contrário um ciclista em nossa direção. Quando ele se aproximou mais constatamos que estava com as típicas indumentárias: camisa e short apertados, capacete e luva. Era João, o último baluarte do ciclismo de Passa e Fica, que veio nos receber com honras para adentrarmos em seu reino.
Introduzimos João no grupo e seguimos o trajeto. Na entrada da cidade tivemos mais um momento de emoção: um carro de som anunciava a nossa chegada e fogos de artíficios foram lançados ao ar. Dona Neide da Pousada Pedra da Boca juntamente com seu esposo e amigos organizaram a recepção. No grupo também, estavam pessoas da cidade em suas bicicletas, inclusive um grupo de ciclistas de João Pessoa que estava hospedado na pousada: Marcos Antonio, Mylena Rocha, Lindalva Rocha, Raniere Anizio e Katia Cilene. O grupo cresceu e entramos na cidade seguindo o carro de som tocando músicas da Banda Grafith. Foi pura resenha!
Almoçamos a comida caseira deliciosa servida na pousada e matei as saudades da galinha caipira.
Uma parte do grupo foi conhecer a Pedra da Boca e registrar aquele local lindo com imagens fotográficas.
Vou ver os preparativos do jantar e terminar de blogar em razão de utilizar o computador dos outros, o que me deixa apreensivo.
Um forte abraço e aguardo vocês amanhã em Barra de Cunhaú ou então em Natal na próxima terça.
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