24/01/2011

A Viagem do Elefante: as trovas de Neide

O bom de escrever é contagiar os outros e trazer à tona os talentos guardados no fundo do alforge. Veja que maravilha a nossa colega Neide mandou para o nosso blog.



TROVAS

Como filha de  trovador
E admiradora da arte
Tenho também que compor
Para os rapaduras  biker

Grupo porreta e arretado
Que povo de gentileza
Ninguém lá fica parado
É só alegria e beleza

Desculpe quem eu não lembrar
Dos nomes pois é uma laia
Se é prá fotografar
Tem Luciano cambraia

Eduardo é só simpatia
Eta, rapaz bacana
Bené é só alegria
É o cara: Junior Verona

E o tranqüilo Antonino
Jamais de nada reclama
Pois ta sempre acompanhado
Da doutora Polyana

Shirley também tranqüilona
Sempre  sorrindo e faceira
Se mostrou uma  amigona
La na Costa salineira

No grupo também tem Neto
Sempre alegre e sorridente
Tem também o Dr.  Otto
Prá restaurar nossos dentes

A empolgada Vanda Carla
Que não dá ponto sem nó
Deu bilola, ficou pálida
Nas terras do Seridó

Benilton,  o general
Com Claudinha seus amores
Ambos formam um casal
De ciclistas promissores

Raimundo é o professor
Por todos reconhecido
Parabéns caro vovô
Pelo percurso cumprido

E o esforçado Miltinho
Com seu velho joelho podre
Fez tudo bem bonitinho
Se esforçou o quanto pôde

Serginho com sua calma
E o fe-o-fó dolorido
Cumpriu, merecendo palmas
O percurso prometido


Jadson  o grande mecânico
Cabra forte e bom amigo
De coragem e muito ânimo
Não nos deixa no perigo

Do amigo Artur Federal
Não posso deixar de falar
Sempre pedindo, nada mal
Prá suas roupas eu lavar

Ao grande Alexandre Pinto
Devemos muita gr atidão
Também ao amigo Montinny
O homem do Cervejão

Pedrinho do Cartório abalou
Com tamanha gentileza
Deu abrigo, ajudou, ensinou
Com  alegria, sabedoria e presteza

Os grandes Jean e Gringo
Lá das terras salineiras
Pedalaram com afinco
E entraram na brincadeira

Tem outros cabras da peste
Que não conheci ou não lembrei
Uns são lá do alto oeste
Outros não sei de onde vei

A turma sempre aumentando
Como já disse é porreta
Tá chegando André, Camboim, Fabiano
Haroldo  e Assis  Monareta

Candidato a rapadura
Sem frescura e sem besteira
Adepto de aventuras
É o Moab reieira

Ao lado da amiga Helena
A vida é só aventura
Pois de agora por diante
Nós já somos rapaduras

Meus reservatórios de gás
Sem eles, nada prá mim dá pé
Amigos,  cicloativistas da paz
Falo de Fabiano e André

Ia esquecendo Angelike
Isso não pode acontecer
Moça tranqüila e de pique
Só nos vem favorecer

Que percurso genial
Todos me ajudaram a vencer
Até o meu potencial
Me fizeram conhecer


Neide Araújo
24/01/11
Postar um comentário