18/01/2011

Viagem do Elefante: 13º Dia - Barra de Cunhaú-Natal

A hospedagem na Pousada do Forte foi excelente. O local é muito agradável, arborizado, limpo e amplo. O atendimento é muito bom e o gerente Seu Linhares nos recebeu com muito afeto, inclusive fez com que o café da manhã fosse servido mais cedo para facilitar nossas vidas.
Depois do café foi o momento da concentração em frente à pousada. Luciano Cambraia, também conhecido como Jorge Tadeu (se Fábio Júnior souber disse vai acionar o Jurídico), estava eufórico e fotograva até mosca que passava no lugar.
O grupo tava grande: os que vieram de Passa e Fica (André, Gringo, Helena, Jadson, Jean, Neide, Pinto, Serginho e eu). Os que chegaram de carro naquele dia (Claudia Celi, Verinha, Junior Verona, Neno e esposa, Mariane, Suzi, Augusto filho, Danny e os meninos, Augusto pai e esposa, Luciano Cambraia, Bela e Lucas, Antonino e Pollyana; Fabiano e esposa; e seu Cuca). Os que saíram pedalando de madrugada de Natal (Mundoca, Moab, Haroldo Motta), o que vieram de carro hoje de manhã (Miltinho, Angelike. Camboim e Montinny). Ainda pensei em chamar um recenseador do IBGE para contar a quantidade de pessoas, mas como o tempo tava curto deixei de lado.
Saímos às 07h15min e logo chegamos na primeira travessia de balsa. Foi bonito ver aquele monte de bicicletas e ciclistas atravessando o rio no sentido de Simbaúma.
Fomos então em busca de Pipa. A opção de ir pelo Chapadão no início pareceu errada em virtude de uns pequenos trechos de areia fofa, mas logo revelou-se acertada quando chegamos na etapa de barro duro. O visual é incrível. O sol forte foi vencido pela brisa do mar. Jorge Tadeu tava só clicando. Acho que o homem chegou em casa de dedo inchado.
Entramos na área urbana de Pipa e fizemos uma paradinha para abastecimento. Logo na saída da praia uma rápida entrada no Santuário Ecológico, atendendo a convite de David, para uma rápida exposição acerca da importância do local para a preservação da flora da região.
Iniciamos o trecho de asfalto até Tibau do Sul. Chegamos exatamente às 09h04min e a balsa acabara de aportar. Suspirei aliviado, pois sabia que aquele horário seria o melhor para transpormos a praia de Malembá. Se a maré tivesse alta seriam 5 Km de empurrão na areia fofa. Já passei por isso e não desejo ao meu pior inimigo.
Na balsa foi só alegria. Encontramos o grupo Pé na Trilha, da UFRN, que fazia a volta pelo litoral do RN e estava na sua última etapa. Interagimos, tiramos bastante fotos e admiramos juntos a bela paisagem da Lagoa de Guaraíras e Malembá. Jorge Tadeu Cambraia não parava de clicar.
Descemos na praia e já começamos a pedalar. Nos primeios metros a areia tava fofa, mas foi só andar um pouco mais para ficar melhor do que asfalto novo.
Quem já nos esperava era Assis da Monareta. O homem saiu de Natal às 05h30min da manhã em sua possante Monareta e trouxe mais equipamento fotográfico do que J.R. Duran quando vai fotografar as gostosas das revistas. E tome clique!!! Agora eram dois.
Mais adiante pedalamos lado a lado, cada um colocando a mão no ombro do colega. Foi arretado.
Chegamos em Barreta às 10h00min e logo já estávamos pedalando novamente no asfalto, desta feita Professor Raimundo e Artur Federal passaram novamente a integrar o grupo. Passamos por Camurupim e descemos a enorme ladeira de Tabatinga. Tava todo mundo doido pra chegar.
Mais adiante vencemos Búzios, Pirangi e Cotovelo. Quando chegamos em Pium, próximo ao único posto do lugar, o pneu da bike de Jadson furou (isso foi bem praga de Nelsinho somente pelo fato do Professor Raimundo ter dito que pneu Levorin não presta). Era o que todo mundo queria. Paramos na conveniência do posto e tome refrigerante, biscoito e água.
Continuamos subindo pela ladeira do Viagra e pegamos o trecho final parando antes na Barreira do Inferno para mais uma sessão de fotos. E tome dedo nos pitocos das máquinas.
Antes da entrada do Cidade Verde uma equipe da TV Tropical (valeu Glauber) surgiu e começou a filmar os rapaduras e agregados.
Às 12h15min chegamos ao nosso destino. O estacionamento do Plano 100 da Avenida Ayrton Senna. Ali estavam familiares e amigos. Teve foguetório e uma bandinha tocando frevo. Foi emocionante e contagiante.
Despedidas e agradecimentos e seguimos para casa de bicicleta eu e minha esposa.
Tomei um belo banho e fui almoçar com a família. Fui visitar meus pais e fiquei mais tranquilo em constatar que seu Benedito tá melhorado.
Ainda pouco fui na praia de Pirangi buscar Amandinha e me arrepiei todinho quando passei na Rota do Sol e me deparei com um grupo de uns oito ciclistas pedalando vestidos com a camisa do Rapadura Biker. Não me contive e gritei: VALEU RAPADURAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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